segunda-feira, 30 de setembro de 2013

D&D 30 Day Challenge: O Melhor DM Que Eu Já Tive

caverna-do-dragão-mestre-dos-magos Eu não tive muitos mestres de D&D nessa minha “carreira” de RPGista. Tive sim mestres de muitos outros sistemas, alguns muito bons, mas de D&D foram poucos, já que normalmente sou eu quem mestro este jogo.

Dentre os poucos Dungeon Masters que tive, o melhor foi um cara chamado Marco Aurélio, um amigo que conheci quando estudava no CEFET durante o Segundo Grau (o equivalente ao Ensino Médio nas eras longínquas dos anos 1990).

Ele sabia conduzir a história, mantinha o desafio do jogo, possuía o equilibrio certo entre ser cruel e benevolente com os personagens, era criativo com as aventuras e sabia manter o clima do cenário. Infelizmente eu acabei perdendo o contato com ele, e nem sei se ele ainda joga RPG hoje em dia.

O segundo melhor DM que eu tive certamente é um outro amigo, o Yuuji, o qual também foi o DM que eu tive por mais tempo. Jogamos uma longa campanha com ele mestrando, na qual eu tive uns 6 personagens. Só não jogamos mais juntos porque ele se mudou para o outro lado do estado, mas ainda nos falamos frequentemente.

Ele é um dos mestres mais criativos que já conheci no quesito de criar monstros e itens novos, e também um mestre em utilizar armadilhas e outros perigos do cenário contra os jogadores. Posso dizer sem medo que aprendi muito nesse campo com ele.

O Ídolo da Semana

Devido aos meus problemas com a internet na semana passada, o “Ídolo da Semana” de segunda-feira passada falhou. Mas isso não é um problema, já que ainda temos muitas segundas-feiras pela frente!

E hoje trago a vocês esta versão egípicia da antológica cena do ídolo demônio:

Idol theft Esta é uma versão um pouco diferente da ilustração do que estamos acostumados. O idolo em si, com sua característica face e pose, não está presente. Em seu lugar, temos uma representação em relevo de uma divindade egípica.

No entanto, outros elementos estão ali, facilmente reconhecíveis: o ladrão roubando a jóia encravada no olho da figura, e os homens-lagarto espalhados pelo chão.

Certamente uma bela homenagem à ilustração original!

domingo, 29 de setembro de 2013

Vem aí o Bones Kickstarter 2!

Desde a GenCon deste ano que vem rolando o boato de que a Reaper Miniatures estaria preparando um segundo financimento coletivo para a sua linha de miniaturas plásticas Bones.

Considerando que a história se originou de panfletos e conversas com os próprios representantes da Reaper na GenCon, era pequena a chance de ser apenas um boato infundado. E todas as miniaturas do primeiro Kickstarter também já foram entregues, o que fortalece a história. No entanto, poucas informações haviam sobre o próximo financiamento, exceto que deveria acontecer entre Setembro e Outubro.

Pois bem, como é possível ver na página inicial da Reaper já a alguns dias, o segundo financiamento coletivo da série Bones de miniaturas deve se iniciar em menos de 2 dias, em 1º de Outubro!

Se o primeiro financiamento quer dizer alguma coisa, este financiamento deve resultar num grande custo-benefício. Vamos ficar de olho neste que tem tudo pra ser o maior financiamento coletivo do ano!

D&D 30 Day Challenge: O Número Que Você Parece Sempre Rolar no D20

7 on D20 Sete. É, o número 7. Tenho a impressão de frequentemente rolar esse valor no d20 quando preciso fazer uma rolagem. Considerando que geralmente o d20 é rolado para realizar ataques, e quanto mais alto o valor obtido melhor, isso não é muito bom.

Pois é, eu sou um jogador meio azarado. Essa é uma das razões de eu tentar sempre que possível resolver os problemas em jogo de uma forma em que rolagens não sejam necessárias (isso é, prefiro optar pelo roleplay ao combate).

Além de que, todo mundo sabe, quando você não rola nada, sua chance de morrer é menor!

sábado, 28 de setembro de 2013

D&D 30 Day Challenge: Um Personagem Com o Qual Nunca Jogarei Novamente

Certa vez, na primeira campanha de D&D 3.0 que joguei, ainda no ano de lançamento do sistema, meu primeiro personagem, um guerreiro, havia morrido. Para substituí-lo criei um monge.
 
Com este personagem é que eu descobri como a classe de monge do D&D 3.0 era ruim. Quer dizer, não que ela seja realmente ruim, pois o monge é um tipo de personagem “pau pra toda obra”. Ele tem muitas perícias, e várias habilidades que tornam ele capaz de resolver muitos tipos de problemas diferentes. Juntando isso aos excelente saves da classe, ele serve inclusive para lidar com as armadilhas de uma dungeon, mesmo que de um modo um tanto mais brusco do que um ladrão.
 
No entanto, teoricamente, um monge é um combatente, e no combate, o monge do D&D 3.0 é apenas mediano. Certamente ele consegue tornar-se quase intocável, pois atinge valores de CA altíssimos. Mas seus ataques não são lá grande coisa. Ele faz muitos, mais que qualquer outra classe, mas com um bônus menor, e se um oponente é construído para dar trabalho a um guerreiro de mesmo nível, o monge é quase incapaz de derrotá-lo.
 
Não obstante, é uma classe que não tem um, mas sim vários atributos principais (aqueles em que é bom ter valores altos). Sendo um combatente, é importante ter força alta, para causar dano, e constituição alta, para aumentar os PVs; destreza alta é útil para aumentar a CA e talvez o bônus de ataque; sabedoria também aumenta a CA e é a base para as resistências de alguns de seus poderes; inteligência confere mais pontos de perícia, e o monge é uma classe cheia de perícias. Ao menos o carisma é quase insignificante para a classe... exceto se seu monge for um tipo de diplomata, como era o caso do meu personagem!
 
Por sorte, alguns dos problemas da classe foram minimizados no D&D 3.5. Não é à toa que é a classe que mais teve alterações entre uma e outra edição do jogo!
 
YungMas o maior problema do personagem não era essa, e não tinha nada a ver com mecânica do sistema. Para dar uma diferença radical do meu personagem anterior, um aventureiro no sentido mais clássico, eu dei uma personalidade bastante sensata e cuidadosa para este personagem. E nada egoísta.
 
Ele sempre procurava a melhor alternativa, com o menor risco e menos perdas para realizar as coisas. E sendo altamente altruísta, era voluntário para se por em risco se alguém precisasse ser sacrificado. E em geral isso significava planos em que os outros personagens não precisavam tomar parte, e assim, não precisavam se arriscar.
 
Ou seja, o personagem retirava o risco das aventuras, muitas vezes sugeria retirar a participação dos demais personagens, e tudo isso com argumentos que, vejam só, eram sensatos e provavelmente seriam bem sucedidos. Um dos jogadores perdeu a paciência e seu paladino discordou do plano só porque isso faria ele não tomar parte na aventura, e quando eu, fora do personagem, salientei isso pra ele, este teve de concordar, e ainda dizer que o pior é que o plano era bom, mas que ele queria jogar!
 
Resumindo, meu personagem agia e pensava como uma pessoa moderna, sensata, corajosa, que não bota em risco mais do que o necessário, e que não faz as coisas por glória ou riqueza. E isso é um saco. É uma das piores coisas que pode acontecer numa mesa de jogo.
 
Certamente, este é o tipo de personagem com o qual eu nunca mais jogarei.
 
Com esse personagem eu confirmei que aventureiros devem ser aventureiros, isso é, caçadores de aventuras; temerários covardes, que se expõe a perigos desnecessários, mas não faz isso sozinho, porque prefere ter alguém pra salvar sua pele do lado; egoístas em busca de glória e tesouros (ou altruístas em busca de glória, no caso de paladinos).
 
O aventureiro pode ser esperto e resolver as coisas com bons planos, mas tem de ser planos que permitam à aventura acontecer, a todos participar, e não tornar o resto do grupo, e por consequinte o ato de se aventurar, obsoletos.
 
E no final, o aventureiro ganancioso que topa qualquer parada é muito mais divertido!

Desculpem os Problemas Técnicos

Quem acompanha o blog deve ter notado que as postagens do D&D Challenge foram interrompidas desde o último dia 21/09. E a razão foi apenas uma: fiquei exatos 7 dias sem telefone ou internet.

Agora tudo voltou a funcionar normalmente, e colocarei as postagens em dia. Todas foram escritas normalmente, apenas não puderam ser postadas.

Assim, pra ficar menos confuso (e não entupir o dia de hoje com postagens), irei postar os textos com data retroativa. Quem estiver acompanhando o desafio, é só ir procurando as postagens dos dias anteriores e ler tudo na ordem que deveria ter sido postado.

E agora, de volta à nossa programação normal!

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

D&D 30 Day Challenge: Um Personagem Com o Qual Gostaria de Jogar no Futuro

Eu não tenho pensado muito participar de uma aventura de D&D como jogador, apenas como mestre. Até porque, em geral, sou eu quem sempre mestro D&D no meu grupo, e este é um papel do qual eu gosto muito.

Ainda assim, há alguns personagens antigos de aventuras que pararam sem serem concluídas que eu gostaria de voltar a poder representar. Um destes é meu druida neutro e manipulador, capaz de sacrificar qualquer um de seus companheiros pela manutenção de suas crenças. Ou então o feiticeiro gillmen de linhagem rakshasa (OK, este era um personagem de Pathfinder, mas para mim Pathfinder conta como D&D) que agia como agente duplo entre os campeões do bem e as forças do mal do cenário. Ou mesmo meu anão guerreiro, velho, rabugento, mas de coração mole.

halflingfighterAgora, se eu fosse montar um personagem novo, talvez eu montasse um halfling, provavelmente ladrão. Faz tempo que não jogo nem com um, nem com outro, e seria legal revisitar este velho estereótipo. Ainda mais nessa época em que Bilbo Bolseiro está em alta.

Mas seria um halfling de verdade, clássico, com enormes pés descalços e peludos, cabelos encaracolados, e uma barriga proeminente. Nada dessa visão moderna e sem sal dos halflings de hoje em dia!

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