terça-feira, 27 de agosto de 2019
quarta-feira, 7 de agosto de 2019
#RPGaDay 2019: Familiar
quarta-feira, 15 de agosto de 2018
#RPGaDay 2018: Descreva Uma Situação Difícil no RPG da Qual Você Gostou
terça-feira, 14 de agosto de 2018
#RPGaDay 2018: Descreva Uma Falha Que Se Tornou Surpreendente
sábado, 5 de agosto de 2017
#RPGaDay 2017: Qual Capa de RPG Melhor Captura o Espírito do Jogo?
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
#RPGaDay 2016: Maior Surpresa In-Game Que Você Já Experimentou?
sábado, 5 de março de 2016
Muitos Previews de Curse of Strahd!
terça-feira, 1 de março de 2016
O Novo Tarokka Está em Pré-Venda!
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
D&D 5ed: Curse of Strahd
domingo, 6 de dezembro de 2015
Faça Você Mesmo: Dikesha
- folha de adesivo transparente
- verniz acrílico spray
De acordo com a história fictícia de Har'Akir, cada Dikesha é um dado feito de osso, esculpido com os símbolos específicos de seu tipo (cada dado é diferente entre si), e é tingido de uma cor específica - branco, verde, vermelho, amarelo e laranja.
Os Dikesha originais da caixa Forbidden Lore eram dados brancos de faces completamente lisas, nos quais deviam ser colados adesivos representando os símbolos presentes em cada um dos Dikesha. Cada conjunto de símbolos era desenhado na cor do Dikesha, para identificá-los facilmente. Ou seja, eles eram dados brancos, apenas com os símbolos coloridos.
Eu decidi que já que eu iria fazer meus próprios Dikesha, eles seriam das cores corretas, ao invés de brancos.
A primeira coisa a fazer foi encontrar uma imagem escaneada da folha de adesivos dos Dikesha da caixa Forbidden Lore. Feito isso, eu tratei de garantir que a imagem estivesse no tamanho correto para que após impressa cada figura coubesse perfeitamente nas faces dos meus dados. Por fim, como meus dados serão nas cores corretas, tratei de deixar todos os símbolos pretos, ao invés de nas cores dos dados.
O resultado é esta imagem que você pode baixar aqui e imprimir em uma folha de adesivos transparente.
Com os adesivos já prontos, é hora de preparar os dados para recebê-los. É possível comprar dados de face lisa, o que torna todo o trabalho mais simples (afinal, é só colar os adesivos neles). No entanto, pode ser difícil de encontrar dados de faces lisas à venda no Brasil, o que pode tornar o custo um pouco alto. Outro problema pode ser encontrar o dado cor de laranja - por alguma razão obscura, é raro encontrar dados de faces lisas cor de laranja, e mesmo dados numéricos podem ser difíceis de encontrar nessa cor (eu levei alguns meses de procura para encontrar um dado adequado desta cor).
Eu optei por utilizar dados numéricos comuns, opacos, para os meus Dikesha. Para o conjunto ficar bom, é importante tomar cuidado para que todos os dados sejam do mesmo estilo e tamanho - eu optei pelo tipo de dado mais comum justamente para facilitar isso.
Se utilizar dados numéricos, como eu fiz, será necessário raspar a tinta que cobre os números. Use a ponta de um canivete ou estilete para fazer isso. Mas cuidado ao fazer a raspagem, para não arranhar o plástico do dado, nem cortar seus dedos. O processo de raspagem dos números é um pouco trabalhoso e vai levar algum tempo, mas não é difícil.
Após todos os dados estarem sem nenhuma tinta em seus números, é hora de recortar os adesivos e colá-los nas faces dos dados. Não existe ordem das faces dentro de um mesmo dado, os adesivos podem ser colados em qualquer ordem. A única coisa que precisa ser obedecida é que os símbolos de um mesmo grupo devem pertencer ao mesmo dado.
Cada grupo de símbolos é relacionado com uma fase lunar, a qual é representada pela marca no canto superior esquerdo de cada símbolo. Abaixo eu relacionarei o conjunto de símbolos com a cor do dado para facilitar:
Com esse método de utilizar dados numéricos com a tinta raspada, ainda é possível enxergar o baixo relevo dos números sob os adesivos, no entanto não é um problema tão grave quanto aparenta.
Após os adesivos colados, os dados estão prontos para usar em jogo. Se você desejar uma proteção extra, pode aplicar uma camada de verniz spray nos dados, para fixar e proteger os adesivos. Eu fiz isso, principalmente porque usei uma impressora jato de tinta, e não queria que a tinta dos adesivos manchassem ou borrassem caso alguém os pegasse com as mãos úmidas (sabe como é, as garrafas de Coca-Cola geladas durante as partidas de RPG costuma ficar suadas e pingando sobre a mesa).
E com esse procedimento simples você pode criar um prop bastante interessante e completamente funcional para entregar aos jogadores em suas aventuras de Ravenloft!
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Os Elfos Não São Felizes!
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
#RPGaDay2015: RPG de Horror Predileto
domingo, 16 de agosto de 2015
#RPGaDay2015: Sessão de RPG Mais Longa Que Já Jogou
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
D&D 30 Day Challenge: A Aventura Favorita Que Eu Mestrei
Ao longo das últimas duas décadas houveram muitas aventuras memoráveis das quais participei. Muitas mesmo.
Como jogador, uma das mais legais foi a em que meu guerreiro fez um motim no barco pirata no qual estava como passageiro, e convenceu a tripulação a atacar a gigantesca nau de guerra onde o inimigo do grupo se encontrava. A nau em questão era propelida por três andares de remos, impulsionados por escravos. Com pequenos botes à noite, nos aproximamos da nau, entramos pelas passagens dos remos, e libertamos os escravos, que liderados pelos personagens dos jogadores, tomaram o barco numa chacina como poucas já foram vistas. Naquele dia meu personagem matou nosso arqui-inimigo... que era o antipaladino do personagem de outro jogador. Foi meio frustrante pra ele...
Entre as aventuras que eu mestrei, há muitas que por uma razão ou outra são verdadeiramente memoráveis:
- a famigerada aventura do mímico, onde os jogadores tiveram a oportunidade de, por uma sessão na campanha, jogarem com personagens que normalmente seriam apenas NPCs;
- a aventura especial de Natal de Ravenloft, onde os jogadores enfrentaram ninguém mais, ninguém menos, que Papai Noel, numa versão sinistra e nada ridícula;
- a sessão de Ravenloft em que um jogador que se mudou para o outro lado do estado, voltou para nos visitar exatamente no dia em que seu antigo personagem encontraria sua mãe, que se revelou o inimigo mais odiado (aquele que matou seu pai, tornando-o um revenant), e teve de combatê-la num duelo mortal;
- a aventura de “um ano depois” da campanha de Ravenloft, em que os personagens se viram presos numa odiosa versão de pesadelos de Forgotten Realms: a Faerûn da 4ª edição!
- a Dungeon de Zanzer mestrada numa adaptação para AD&D 2ªed, uma das sessões mais caóticas que já mestrei;
Há ainda muitas outras entre as aventuras que são mais do que “apenas mais uma sessão de jogo”, mas se alguma poderia ocupar o lugar de melhor aventura de todas, provavelmente eu escolheria a última sessão “oficial” de minha última campanha de Ravenloft.
Primeiramente, porque a sessão durou muitas horas; começamos a jogar às 15h de um dia, e terminamos às 6h do dia seguinte. Segundo porque foi um dungeon crawl épico, com direito à infalível ladra do grupo caindo em uma armadilha! Os personagens tiveram de fazer aliança com um inimigo para aumentar suas chances de vitória. Houve um confronto com os arqui-inimigos da campanha, um combate de grande escala, e um dos personagens pagando um pacto com um demônio, e quase estragando tudo no processo. Usamos minhas miniaturas e os cenários da Kimeron na cena final (nunca usávamos miniaturas na campanha), o que tornou tudo ainda mais especial. E por fim, algo totalmente inesperado e inusitado aconteceu: ao se confrontarem com a própria encarnação da Morte, um dos personagens decidiu desafiá-la, resultando na clássica cena do destino de todos sendo decidido numa partida de xadrez contra a Morte! E o jogador venceu, sem nenhuma ajuda do mestre!
Essa aventura encerrou uam campanha com mais de 4 anos, e que deixa saudades até hoje. Uma sessão da qual os amigos relembram sempre que se encontram. Certamente, cabe bem como a melhor aventura que mestrei até hoje.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
D&D 30 Day Challenge: Mundo de Jogo Preferido
Não é nenhum mistério que o meu cenário predileto do D&D é Ravenloft. Eu até já falei sobre ele aqui no blog.
O Semiplano do Pavor me encantou completamente desde que eu pus meus olhos a primeira vez no livro Domínios do Medo, publicado aqui no Brasil pela Devir no ano de 1999. Para vocês terem uma ideia, na época eu não tinha dinheiro para comprar o livro, mas um grande amigo comprou e na mesma semana da compra o emprestou a mim para que eu pudesse ler. Resumo da história: eu gostei tanto que meu exemplar atual do Domínios do Medo é este mesmo livro, que desde o dia do empréstimo nunca mais saiu da minha posse! Calma, não roubei o livro; meu amigo, que não ia usá-lo naquele momento me deixou ficar com ele para usá-lo em jogo, e anos depois, oficializei a posse do livro em troca de minhas cartas de Magic: The Gathering.
Ravenloft é um cenário de horror, mas com exceção deste aspecto, é na minha opinião o cenário mais versátil de D&D. Qualquer coisa se encaixa bem em Ravenloft, sendo necessário apenas incluir algum elemento de horror ao tema. A metafísica do semiplano, com as Brumas, Lordes Negros, e os Poderes Sombrios, permite facilmente que qualquer coisa, por mais estranha que pareça, seja adicionada ao cenário sem parecer fora de lugar.
As mecânicas próprias do cenário, como testes de poder, testes de medo, horror e loucura, maldições, e alterações do funcionamento de algumas magias (especialmente necromancias e adivinhações), reforça muito o tema e torna fácil incluir o elemento do horror no jogo.
Inclusive, a mecânica dos testes de medo e horror de Ravenloft é uma das melhores que já vi aplicadas a um jogo: existe um teste a ser feito para determinar se um personagem ficou apavorado ou horrorizado com uma cena, e em caso de falha, rola-se numa tabela para determinar o efeito, com consequências mecânicas. No entanto, é aconselhado que este teste seja realizado apenas se o jogador não interpretar a reação adequada de medo do personagem; se o jogador entrar no clima do jogo e representar seu personagem como alguém normal, com medos e inseguranças, e as reações correspondentes, nenhum teste precisa ser feito, e nenhuma efeito mecânico é aplicado. E segue o jogo!
Este cenário também usa e abusa de referencias literárias, cinematográficas, históricas, e até mesmo de outros cenários do próprio D&D, o que só reforça o charme do jogo para mim. E ainda há o spin-off de Ravenloft, The Masque of the Red Death, que é uma versão da nossa Terra vitoriana utilizando quase todas as mesmas premissas e mecânicas apresentadas para a Terra das Brumas.
E uma de minhas campanhas mais memoráveis foi nesse cenário.
Definitivamente, se há um cenário que eu nunca me cansaria de jogar, seja como jogador, seja como mestre, certamente este cenário é Ravenloft!
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Cowferência 3: Horror no RPG
Na última segunda-feira rolou a terceira Cowferência, com o tema “RPG e Horror”, e participação do anfitrião Rafael Beltrame, Matheus Gonzaga, e este que vos fala.
Para quem não pode assistir ao vivo, ficou tudo registrado no Youtube:
O Cowferência é uma mesa redonda sobre RPG do blog Moostache, transmitida ao vivo via Google Hangout, e que ocorre aproximadamente a cada 15 dias.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Ravenloft, A Terra das Brumas
Dentre todos os cenários de D&D o meu predileto é de longe Ravenloft. À primeira vista pode parecer um pouco estranho para alguém que prefere um estilo mais old school de jogar, mas este mundo é cheio de incongruências.
O texto a seguir foi escrito originalmente para a página de minha antiga campanha de Ravenloft, intitulada “Despertar do Medo”:
Ravenloft é um mundo, não, mais do que isso, é um semi-plano formado dos pedaços de vários mundos. Um semi-plano é uma pequena dimensão, com suas próprias cosmologias e leis físicas e naturais. Ravenloft (ou a Terra das Brumas, como os nativos chamam o local), é regida por forças invisíveis, com poderes semelhantes a deuses, conhecidos simplesmente por Poderes Sombrios, e os dedos com os quais tocam o mundo são as Brumas.
As Brumas cercam todos os territórios em Ravenloft, tornando impossível mensurar o tamanho daquela dimensão. São as Brumas que vão até outros mundos e sequestram para essa terra sinistra pessoas, locais e até mesmo reinos inteiros. Elas são capazes de distorcer tempo e distância, e alterar a natureza das coisas. E são elas as responsáveis pela característica mais marcante desta terra: seus continentes são formados por reinos vindos de outros mundos, unidos entre si de uma forma não natural e circundados por uma muralha de névoas eternas.
E estreitamente ligada a cada reino, está uma figura conhecida como Lorde Negro. Cada Lorde Negro reside em uma porção de terra (ou domínio) seu, que pode ou não estar ligada a outra porção de terra, e à qual ele está preso e efetivamente governa (mesmo que nem sempre na forma de um governo secular). Cada Lorde Negro é uma criatura de puro mal, além de qualquer redenção, tragada para essa terra sinistra e presenteada com um domínio só seu, sobre o qual recebe poderes sobre a própria terra (como a habilidade de não permitir que ninguém entre ou saia do território). Ele está para sempre preso em seu domínio, incapaz de fugir de sua prisão, independente de seu poder, e junto com os novos poderes, recebe uma maldição como punição interminável pelos seus atos de suprema maldade que atraíram a atenção dos Poderes Sombrios.
Apesar dessa característica de punição do mal, a Terra das Brumas parece ser um local onde o mal floresce com toda a sua força. Cada ato de maldade pode ser recompensado com um poder e uma maldição, ao mesmo tempo facilitando realizar o mal e utilizando de justiça poética para punir o perpetrador. Criaturas malignas rondam na noite, e o sobrenatural se esgueira por cada canto. O povo é supersticioso e desconfiado, tratando os estranhos com pouca hospitalidade. E ainda assim, do meio de todo esse medo, horror e loucura, surgem os heróis e aventureiros dispostos a trazerem justiça a um mundo cruel, luz a essa terra sombria, e bondade nesses reinos onde impera o mal. E é nos papéis desses “heróis” (seja por escolha ou por obra do acaso, por altruísmo ou por objetivos menos nobres) que os jogadores entram na história.
Uma das características mais marcantes do cenário é sua forte inspiração em fontes literárias, especialmente a literatura de Horror Gótico. O mundo é cheio de personagens, locais e eventos análogos aos presentes na literatura, e mais raramente, no mundo real. Em Ravenloft pode-se encontrar um paralelo de personagens famosos como Drácula, Dr. Van Helsing, Frankenstein e sua Criatura, Dr. Jekyl e Mr. Hyde, Dr. Moreau, e até mesmo um Pinnóchio bem pouco amigável… Dessa mesma forma, personagens de outros cenários famosos de RPG também são presentes, sugados contra sua vontade de seus próprios mundos. Torna-se assim um mundo onde praticamente tudo é cabível, desde que adaptado a umas poucas regras básicas para manter o clima de horror gótico do cenário.
Se você gostou do que leu, tome coragem e fique à vontade para descobrir o que há além das Brumas…
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Meu Presente de Natal Chegou!
Esse ano eu me auto-presenteei no Natal, comprando uma série de livros antigos de AD&D 2ªed. E eles chegaram dos Estados Unidos semana passada, dia 10 de Janeiro, após somente 20 dias da realização do pedido!
Graças ao Rafael Beltrame, que me passou a dica, adquiri os livros na Noble Knight Games, que tem um acervo muito bom, por preços bem razoáveis. O melhor de tudo é que eles cobram um frete até que bem barato se você comprar apenas livros (o frete fica mais caro caso decida adquirir miniaturas também): paguei apenas US$ 37,00 por 7 livros e 3 boxed sets!
Não é exatamente barato, mas considerando o tamanho da caixa, até que foi bem razoavel:
Os livros vieram numa caixa que cabe uma criança dentro! (lapiseira para comparação de tamanho)
Bastante gente parece ter dúvida na hora de comprar material do exterior, mas se for de uma loja ou empresa confiável, não de pessoa física, não há muito risco.
Em geral, a taxa de importação da alfandega é de 60% sobre o valor total (incluindo o frete). Mas a boa notícia é que se forem só livros estes são isentos destas taxas! Sorte de nós RPGistas!
Um cartão de crédito internacional ajuda, mas não é realmente necessário. Você pode fazer uma conta no PayPal e comprar créditos em dólar para sua conta, utilizando um cartão de crédito comum. Aí, é só usar seus créditos no PayPal para realizar as compras on-line em lojas estrangeiras.
Mas vamos ao que interessa, que são as fotos dos livros:
Três boxed sets de Forgotten Realms, para usar na minha atual campanha!
Dois dos Van Richten’s Guide que me faltavam
E o que eu não poderia deixar de comprar: os livros vermelhos que faltavam para cobrir todas as classes e raças básicas!
O melhor de tudo é que os 5 livros vermelhos, contando o frete, me saíram mais barato do que já vi gente pedindo apenas pelo Complete Barbarian’s Handbook aqui no Brasil. Valeu a pena!
domingo, 2 de outubro de 2011
Sessão de Halloween: Prólogo
Eu comentei aqui que preparei uma aventura especial de Halloween, para comemorar com meu grupo um ano do término de nossa campanha de Ravenloft.
Eu baseei a campanha em uma idéia tirada do netbook Quoth the Raven 10, que traz uma adaptação dos 4 Cavaleiros do Apocalipse para o cenário de Ravenloft. Basicamente, o grupo descobriu que alguém estava tentando convocar essas criaturas e decidiram impedir os rituais necessários para tal.
Então, apenas para dar uma palinha de como preparei as coisas, copio aqui para vocês o prólogo da aventura que enviei para meus jogadores, onde faço um apanhado geral dos acontecimentos da campanha e um breve histórico dos acontecimentos após a sessão final da campanha:
O grupo incomum e improvável de aventureiros conseguiu impedir 3 dos 4 rituais para convocar os cavaleiros do apocalipse para a Terra das Brumas, com variados graus de sucesso no processo. No entanto, por fim tiveram de enfrentar a própria Morte, o primeiro cavaleiro o qual não conseguiram impedir a convocação. Por sorte, no grupo havia alguém corajoso e abnegado o suficiente para desafiar a Morte a um duelo, um jogo pela vida de todos.
Shou, o artista marcial, jogou xadrez com a Morte e ganhou de forma emocionante, contra todas as probabilidades! Com isso conseguiu não só manter todos a salvo, como também desfazer grande parte das desgraças ocasionadas pela realização dos rituais.
Na esteira da saída do cavaleiro da Morte da Terra das Brumas parte do grupo (Lauren, Victor, Todd, parte dos restos mortais de Rurik, acompanhados ainda do lobisomem Dr. Harvard, e de Rocky, o guaxinim-demônio) conseguiu escapar para fora do semiplano. Quang Fei, Cunninghan e Shou decidiram ficar e tentar fazer o bem por essas terras assoladas pelo mal. Dagon foi desintegrado por sua até então companheira de equipe, Marie, a qual foi encantada pelo Demilich e fugiu levando a diabólica caveira consigo.
A situação de cada um no presente momento é a seguinte:
- O trio de homens santos (Quang Fei, Cunninghan e Shou) retornaram a Paridon para dar um funeral digno ao corpo do pai de Victor, como este havia pedido. Após isso, partiram em uma busca pelo Circo através de diversos domínios, que tem se mostrado até então infrutífera. Ou eles tem sempre chegado atrasados, ou então algo os está confundindo de propósito...
- O grupo que saiu do semiplano primeiramente chegou à Terra, de onde Dr. Harvard conseguiu retirar todos magicamente, cobrando para isso uma certa adaga carregada por Lauren. Assim, o bando aportou em Faerûn. Dr. Harvard então abandonou o grupo, fazendo questão de lembrar o quanto fora misericordioso. Victor, Todd e Lauren dirigiram-se até Waterdeep, onde descobriram que passaram-se cerca de 20 anos desde que Lauren foi tragada pelas Brumas. Victor estudou magia e história na região por algum tempo e partiu em busca de um dragão dourado. Todd tornou-se um famoso Harpista. E Lauren converteu-se em uma sacerdotisa de Tymora, cumprindo sua promessa à deusa da fortuna. Ela procurou por sua mãe, mas descobriu que a muito ela abandonou a região em que morava, e ninguém tem pistas de onde ela pode estar. Mas isso não é o pior; recentemente Toril vem sofrendo algumas transformações...
- Marie, sugestionada pelo Demilich, mudou-se para Dementlieu, a capital da cultura e refinamento do Núcleo da Terra das Brumas, de onde comanda uma certa ordem de feiticeiros. Todos temem a terrível, bela e poderosa feiticeira. A única excessão parece ser algumas forças contrárias a sua dominação local, que insistem em subjugar e dominar alguns de seus servos, de formas que ela e o Demilich não entendem completamente.
- O detetive Hagen continua sua batalha diária para manter a ordem em Paridon. Tendo descoberto a importância dos doppelgangers na atual estrutura da cidade, ele tem se percebido em sérias dificuldades para evitar que as ruas tornem-se um banho de sangue. Até onde ele pode ou não combater as diabólicas criaturas metamorfas? Ele também sabe que ou encontra um modo de manter Sodo no controle da situação, ou então deve encontrar um candidato a novo Lorde Negro para a cidade. Um que mantenha o espírito paridonês e proteja o estilo de vida do local, caso contrário, quando Sodo sucumbir, as criaturas subterrâneas conhecidas como marikiths irão sair dos esgotos às centenas e destruir a cidade, e não haverá nada para impedí-las...
E é nessa situação que começaremos a nova aventura!





























