O ídolo desta semana também faz parte do tributo The God With the Bowl:
De autoria de Carlo Tartaglia, ao invés de uma simples ilustração, trata-se de uma história em quadrinhos utilizando a famosa cena da capa do PHB. Uma grande idéia!
O ídolo desta semana também faz parte do tributo The God With the Bowl:
De autoria de Carlo Tartaglia, ao invés de uma simples ilustração, trata-se de uma história em quadrinhos utilizando a famosa cena da capa do PHB. Uma grande idéia!
Não se esqueçam: amanhã e domingo tem World RPG Fest 2014! Confiram abaixo a programação para os dois dias:
E aproveitem para ver o endereço e o mapa do evento:
E se você não comprou ingressos, não se preocupe, eles estarão à venda na porta do evento.
Como já é quase uma tradição, eu participarei nos dois dias de evento, jogando, mestrando, assistindo a palestras, e quem sabe comprando algumas coisas bacanas. Nos vemos lá!
Aproveitando que foi divulgado um preview do Deck of Many Things no Dungeon’s Master Guide do D&D 5ªed, o que você acharia de ter um recurso online para simular o sorteio as cartas deste fabuloso baralho?
Pois bem, a Analog Games disponibilizou exatamente isso, e o melhor, totalmente de graça!
Para sortear uma carta do baralho virtual, basta acessar o endereço, clicar no botão para embaralhar o maço, e depois no botão de sortear uma carta. A página mostrará não só a ilustração da carta, mas também o efeito mecânico de sortear aquela carta deste item mágico.
O Deck of Many Things da Analog Games é um pouco diferente do baralho original do D&D, tendo 4 cartas a mais (5 na versão online), mas nada que seja por demais desbalanceado em relação ao resto do baralho (que já é um item bem apelão – seja para o bem, seja para o mal!).
Este baralho é fruto de um financiamento no kickstarter que foi bem sucedido, cujo objetivo era a produção de uma versão física deste item mágico - mas a versão deles, apesar de bonita, não é mágica, infelizmente. Totalmente feito com belas artes originais, o Deck of Many Things físico da Analog Games pode ser comprado na loja da Paizo por US$ 15,00.
E como já é costume todos os anos, já foram feitas as chamadas para o Old Dragon Day 2014! O OD Day é um evento descentralizado (isso é, acontece em vários lugares) para comemorar o aniversário do Old Dragon.
E qualquer um pode participar, é só inscrever sua mesa de jogo e aguardar a aventura oficial deste ano ser enviada para você em PDF.
Mas vamos deixar o próprio pessoal da Redbox explicar o evento:
Bravos jogadores! Aqui estamos para anunciar o Old Dragon Day 2014, o evento nacional anual para jogar Old Dragon, trazer novos jogadores e comemorar o aniversário do nosso querido jogo. Espalhem a hashtag #odday2014 para todo mundo saber do encontro!
Este ano o Old Dragon completa 4 anos (6 de projeto). Ele começou como um jogo de nicho, mas tem atraído cada vez mais gente, a comunidade cada vez mais forte.
Este ano, para esquivar do ENEM, optamos pelos dias 15 e 16 de Novembro, sábado e domingo. Como todo ano, você é livre para escolher se vai participar (ou organizar um evento) em um dos dois dias ou em ambos. Todo evento cadastrado será considerado oficial.
Como é tradição, disponibilizaremos uma aventura oficial especial para o #odday2014 e um leque de personagens prontos, mas você pode jogar qualquer coisa. O importante é ser Old Dragon. :)
Agora, atenção para as datas: enviaremos a aventura para os mestres cadastrados na primeira semana de novembro, bem como os personagens prontos.
Como não poderia deixar de ser, temos a promoção da foto do grupo. Mande a foto do seu grupo cadastrado na ocasião do #odday2014 para fabiano@redboxeditora.com.br até o dia 22 de novembro.
A foto mais sensacional e criativa escolhida por nós da Redbox ganha nada menos que 03 (três) Redpacks, cada um contendo um Old Dragon Módulo Básico, um Bestiário e dois encartes especiais com duas novas raças para Old Dragon.
Para participar, você cadastra seu evento ou mesa no formulário abaixo, em seguida baixa o material de divulgação que precisar. Temos cartazes em tamanho A3 (420 x 297mm) e cartazes web, ambos com espaço para você incluir a hora e o local do seu evento, e eventuais marcas de realização e apoio junto com a nossa.
Além disso, temos capa de Facebook, Google+ e Twitter para você dar uma personalizada e vestir a camisa do #odday2014! Por fim, faça um Twibbon na sua foto de perfil e vamos nessa!
(o material promocional está para download no fim do post)
Ah, não esqueçam de espalhar a hashtag #odday2014, e bons jogos! :D
Então é isso aí! Cadastre-se no evento neste link (onde você também pode conseguir cartazes e material de divulgação para a sua mesa de jogo se ela for aberta ao público), divirta-se jogando a aventura esxclusiva deste ano, tire uma foto do seu grupo, e concorra a 3 Redpacks pra dividir com a sua galera!
Esta semana, ao invés de apenas mostrar uma versão criada para homenagear o famoso ídolo criado por David Trampier, vamos nos aprofundar um pouco mais na história das origens desta ilustração.
Eu já comentei um pouco sobre este assunto antes, mas ainda há mais a ser dito. Alguns conjecturam que o tema do roubo da gema no ídolo, presente na ilustração de Trampier, tenha sido influenciado por uma cena similar presente no filme The Thief of Bagdad:
Claro que no filme o ídolo é um tanto maior do que na imagem de Trampier…
… e não se parece com um demônio; da mesma forma como a gema não se encontra exatamente nos olhos da estátua.
Ainda assim, o ladrão a escala…
… a acaba roubando a valiosa gema.
Outra semelhança, e que talvez não indique nada, é que tanto a gema do filme quanto da capa do Players Handbook são vermelhas.
Este The Thief of Bagdad é um filme britânico de 1940 (que inclusive eu me lembro de ter visto quando era criança), que é um remake de outro filme de mesmo nome, este de 1924. O filme original, em preto e branco e mudo, também tinha uma cena de uma gema sendo roubada do topo de um ídolo gigante, e esta parece que era mesmo do olho da estátua:
O ídolo gigante do filme de 1924.
Algumas pessoas afirmam também que as cena do roubo da gema após uma grande escalada, assim como a luta com uma aranha gigante, no filme de 1940, revela alguma influência do conto The Tower of the Elephant (A Torre do Elefante, aqui no Brasil).
A Torre do Elefante é um conto escrito por Robert E. Howard, estrelando ninguém menos do que o bárbaro Conan. Se essa alegação de influência do conto sobre o filme for real, isso faria com que indiretamente Conan fosse uma das influências para a criação do ídolo de Trampier.
Entretanto, não há como ter certeza de que o conto realmente tem alguma influência no filme de 1940, já que The Tower of the Elephant foi publicado originalmente em 1933 (e parece que foi escrito não antes de 1928), e o filme The Thief of Bagdad original é de 1924, portanto bem mais antigo.
Todo mundo que tem um canto próprio para praticar o hobby de pintura de miniaturas já pensou em ter um paint rack. O que, você não sabe o que é um paint rack? Simples, é uma espécie de suporte para guardar e organizar seus potes de tinta. O tipo mais comum se parece com uma série de degraus, ou uma arquibancada em miniatura.
O problema é que paint racks geralmente não são muito baratos, e não é muito comum de se encontrar pronto para comprar no Brasil. E como se resolve esses tipos de problemas? Isso mesmo, construíndo você mesmo o seu próprio paint rack!
Materiais:
- foam board de 4mm de espessura
- alfinetes
- cola-quente
- régua de metal
- lápis
- estilete ou faca de hobby
Como fazer:
Primeiramente, vamos falar do material utilizado. Eu optei pelo foam board como matéria prima para o meu paint rack por duas razões: 1 – pela facilidade de trabalhar com ele; 2 – devido a ser um material suficientemente resistente.
O foam board é basicamente uma placa de isopor não expandido, sendo um material bastante firme para se montar estruturas tridimensionais. Existem foam boards simples, e os forrados com papel (chamados também de colaminados). Eu utilizei o tipo forrado de papel dos dois lados, pois o papel aumenta a resistência do material. Há também foam boards de várias espessuras – neste projeto eu utilizei o de 4mm.
Um close da foam board. A minha tem o papel de um lado preto e do outro branco, mas apenas porque era o único tipo que tinha a venda.
O lado ruim de usar a foam board é que nem sempre é um material fácil de encontrar. Por sorte há esta loja na minha cidade que vende material para maquetes, e foi lá que comprei a matéria prima deste projeto.
Aqui vocês podem ver a espessura da placa.
O processo para fazer o paint rack basicamente consiste em cortar o foam board nos formatos necessários para montar a peça e depois colar tudo nas posições corretas. Uma única placa de foam board tamanho A1 foi suficiente para cortar todas as partes deste projeto, e ainda sobrou um bom bocado.
Para cortar o material, é aconselhável utilizar uma régua de aço em conjunto com o estilete, A régua vai servir para guiar o estilete e fazer cortes mais retos. Réguas comuns de plástico não servem porque o estilete pode cortar a própria régua, entortando o corte da foam board no processo.
Obviamente, é possível fazer um paint rack no tamanho que você quiser, mas aqui eu vou passar as medidas que eu utilizei, para facilitar pra quem quiser fazer um igual sem precisar fazer muitos cálculos. Ele comportará cerca de 40 potes de tinta do padrão mais comum no Brasil.
Primeiramente, a base da peça, nas medidas de 31cm x 21cm:
A tampa da câmera do centro é porque eu estava tendo dificuldade de focalizar a superfífice inteiramente branca. Coisas de quem não sabe tirar foto…
Precisaremos de uma placa para fazer o fundo do rack, na medida de 31cm x 20cm:
Como podem ver, o problema com o foco continuou…
Em seguida, vamos cortar as prateleiras. Serão 4 ao todo, uma um pouco mais estreita que a anterior. As duas primeiras, nas medidas de 30cm x 16cm e 30cm x 12cm:
As duas prateleiras inferiores. O contraste de cores resolveu o problema com o foco da câmera.
E as duas últimas prateleiras nas medidas de 30cm x 8cm e 30cm x 4cm:
4cm de largura é o espaço necessário para apoiar um pote de tinta.
Além das prateleiras, precisaremos de peças para apoiar uma prateleira sobre a outra (vamos chama-las de “degraus”), conferindo sustentação à estrutura quando as tintas estiverem exercendo seu peso sobre elas. Para isso, 4 tiras de 30cm x 3,5cm serão suficientes:
Lembre-se que as peças não são realmente uma de cada cor, mas sim o meu foam board que é preto de um lado e branco do outro.
Eu decidi por um “parapeito” no nível mais inferior do rack, conter todos os potes de tinta mesmo que eu mova o rack como um todo. E como eu não quero que ele esconda os potes, para que eu consiga identificar as cores facilmente, fiz ele um pouco mais baixo que os degraus. No caso, uma tira de 31cm x 2,5cm:
Não senti necessidade de colocar parapeitos em todos os degraus, mas se você quiser, é só cortar mais 4 tiras de 30cm x 2,5cm.
Por fim, as duas laterais, que são peças de 20cm x 20cm cortadas em degraus de 4cm:
A forma que achei mais prática foi cortar um retângulo de 20cm x 24cm e depois marcar os degraus e dividir a peça em duas.
Com todas as partes devidamente cortadas, é hora de montar tudo. Para juntar as peças que formarão o paint rack, vamos usar cola-quente, e após colado, vamos utilizar os alfinetes como se fossem pregos, para dar mais resistência às junções.
Detalhe do alfinete usado para pregar as partes.
Comece montando os “degraus” nas prateleiras, começando da menor para a maior (isso é, de cima para baixo). O importante de começar de cima para baixo é porque caso contrário a prateleira inferior não deixará espaço para as mãos e não será possível colocar os alfinetes na prateleira superior.
Quando todas as prateleiras e degraus estiverem unidos, deverá estar parecido com isso:
Vista lateral. A ideia de todas as prateleiras irem até o fundo é dar mais força e sustentação à estrutura como um todo.
Uma curiosidade: a intenção nunca foi que o rack ficasse parecendo uma zebra. Minha ideia original era ele ser todo branco por dentro e preto por fora. No entanto, me distraí e colei já o primeiro degrau invertido, aí decidi fazer assim mesmo.
Em seguida, é necessário montar a base do rack. Cole a placa que vai formar a parte de tras do rack em 90º com a base do rack, e também faça o mesmo com o “parapeito” que ficará na frente do rack.
Com estas duas partes prontas, é hora de colocar os degraus e prateleiras dentro da estrutura. Será necessário trabalhar rápido: passe cola em todas as superfícies de contato e coloque as peças no lugar antes que a cola quente endureça. Lembre-se de sempre testar as posições das peças antes de aplicar a cola, para não errar na colocação das mesmas.
Quando as prateleiras estiverem unidas à base, só resta colocar as laterais no rack. Aqui vale o mesmo conselho dado no passo anterior: seja rápido!
Se você tiver seguido todas as minhas orientações corretamente, você deve ter em mãos algo mais ou menos assim:
Com estas medidas, se você utiliza tintas acrílicas nacionais em potes de 37ml, você terá um paint rack com 5 prateleiras com capacidade de 8 potes cada, capaz de armazenar até 40 potes no total.
As tintas já em seus devidos lugares.
Tá, nem tão “devidos” assim. Dá pra organizar as tintas bem melhor do que isso!
Você pode também aproveitar o paint rack e organizar suas tintas por cores, separar as metálicas das foscas, etc., o que vai facilitar bastante na hora de procurar a cor que você quer. O importante é que agora seu material de pintura ficará muito mais bem organizado, facilitando um pouco o seu trabalho!