segunda-feira, 28 de agosto de 2017

#RPGaDay 2017: Qual Filme ou Série É a Fonte Mais Frequente de Citações em Seu Grupo de Jogo?

Curiosamente, a série mais citada ultimamente por meu grupo é Os Cavaleiros do Zodíaco.

Talvez seja devido a estarmos jogando uma campanha de Legends of the 5 Rings e toda a influência oriental do cenário que faz com que citemos com frequência um anime que foi marcante na infância de quase todos do grupo.

Claro que a infinidade de bravatas e frases cheias de honradez e orgulho dos personagens da série também cabem perfeitamente em um jogo sobre samurais, até mesmo sendo utilizadas algumas vezes em on pelos personagens da campanha (isso é, como se ditas em jogo pelos personagens)!

domingo, 27 de agosto de 2017

#RPGaDay 2017: Quais São Suas Ferramentas Essenciais Para Um Bom Jogo?

Existem muitas coisas que podem ser usadas para colaborar para um bom jogo: livros de consulta, mapas, miniaturas, música, tablets e notebooks, etc.

Mas a verdade é que apenas 4 coisas são essenciais para conduzir um bom jogo: um lápis, um papel de rascunho, dados (ou cartas, dominós, ou o que for equivalente no jogo que estiver usando), e refrigerante (de preferência Coca-Cola, mas pode ser suco, chá, ou outra bebida qualquer).

Todo mundo sabe que dados e refrigerante é o essencial.

Algumas vezes, até sem o rascunho dá pra se virar sem. Mas o restante é essencial. Os dados são as ferramentas básicas da maioria dos jogos, usados para decidir o sucesso de boa parte das ações. O lápis serve para fazer as alterações e anotações necessárias às planilhas dos personagens, ou outras anotações temporárias que o mestre precise realizar. E ninguém consegue jogar um jogo que é essencialmente falado por algumas horas seguidas ficando todo esse tempo de garganta seca.

Todo o resto é supérfluo. Até mesmo mesas e cadeiras (ainda que a idade faça eu achar jogar sentado no chão bastante desconfortável atualmente).

sábado, 26 de agosto de 2017

#RPGaDay 2017: Qual RPG Disponibiliza os Recursos Mais Úteis?

Uma pergunta complicada. O que exatamente significa "recursos" nessa pergunta? Seriam ferramentas auxiliares, como props e marcadores? Suplementos de jogo? Ou apenas ferramentas mecânicas, tabelas e outras coisas encontradas dentro do(s) próprio livro(s) básico(s) do jogo?

Dentre cada uma destas opções, há vários jogos que se destacam. Chopstick faz um uso primoroso de props, dados e marcadores para enriquecer a experiência de jogo. As tabelas do Dungeon Master Guide do AD&D 1ªed são magníficas e uma boa adição a qualquer jogo de fantasia. Mas vou focar mais na terceira opção do que seriam esses "recursos" e escolher outro jogo como o vencedor nesses quesitos.


Para mim GURPS é o jogo que disponibiliza os recursos mais úteis para a condução do jogo. Sua natureza genérica (na minha opinião um dos poucos sistemas realmente genéricos) faz com que ele tenha uma infinidade de recursos que são uma mão na roda na hora de conduzir os jogos. As razões disso eu já expliquei em parte no dia 16, e não quero me repetir aqui.

Os suplementos de GURPS também estão entre alguns dos melhores e mais completos de todos os jogos de RPG, cheios de informações úteis a serem usadas na condução de jogos, sejam aventuras one shot ou campanhas inteiras (ou mesmo jogos de outros sistemas).

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

#RPGaDay 2017: Qual a Melhor Maneira de Agradecer ao Seu Mestre de Jogo?


Alguns jogadores gostam de elogiar, outros até dão presentes, mas a melhor maneira de agradecer ao seu mestre de jogo pelo seu empenho em bolar e conduzir as aventuras que todo o grupo joga é aparecendo sempre para jogar e participando ativamente da aventura.

Eu digo isso com conhecimento de causa, pois frequentemente sou o mestre nos jogos do meu grupo, e nada me deixa mais contente do que quando os jogadores se empenham em não faltar ao jogo e se esforçam para ter um papel ativo no mesmo. Não existe maneira melhor de pagar o empenho e esforço do mestre para criar as aventuras do que devolvendo esse empenho e esforço ao participar dessas mesmas aventuras.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

#RPGaDay 2017: Compartilhe Uma Editora “Pague o Quanto Quiser” (PWYW) Que Deveria Estar Cobrando Mais

Respondendo à pergunta do dia de hoje, eu recomendo darem uma olhada no trabalho de James V. West.

De fato, nem todos os produtos dele são vendidos na modalidade PWYW. No entanto, o seu fanzine Black Pudding está enquadrado nessa modalidade, e é uma verdadeira pérola da OSR.

Com 3 edições até agora, o fanzine traz magias, itens, monstros, classes de personagem, aventuras e outros recursos compatíveis com a maioria dos retroclones e edições do D&D. De fato, Black Pudding traz algumas das classes de personagens mais criativas que eu vi nos últimos tempos.

Além disso, o fanzine tem um visual muito bacana, com muita arte espalhada pelas páginas acompanhando o texto de forma magnífica.

O material é tão interessante que certamente James West poderia estar cobrando mais por ele que ainda assim valeria à pena.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

#RPGaDay 2017: Qual RPG Tem Um Layout de Cair o Queixo?

Primeiramente, eu sinto o dever de deixar claro que eu não tenho certeza do uso correto do termo "layout". Mais importante, não tenho certeza do que querem dizer com "layout" nessa pergunta. Vou assumir que significa algo como o projeto gráfico do livro como um todo, o arranjo final do texto e ilustrações nas páginas, capa, fontes utilizadas, etc.

Para esse pergunta, há dois livros que eu gostaria de citar. O primeiro é o primeiro Clanbook Malkavian, um acessório do Vampiro A Máscara. Esse livro brincava com a disposição e forma do texto e das ilustrações para sugerir o tema da loucura, tão presente no background do clã.

Páginas que precisavam ser lidas em um espelho, páginas de cabeça pra baixo, a ilustração de um vampiro literalmente "comendo" as palavras de um texto (que por isso não tinha um final), ilustrações que pareciam rabiscos infantis, esse tipo de coisa. Era simples, não era exatamente bonito, mas tinha o efeito desejado. Foi muito frustrante ver a segunda edição do clanbook e constatar que trazia apenas um texto comum como em todos os demais livros da coleção.

O outro é a versão brasileira de Blood & Honor. Publicado aqui pela Redbox Editora, e com projeto gráfico do Dan Ramos, esse é um dos RPGs mais bonitos que eu já vi. Trata-se de um jogo ambientado no Japão feudal, e tudo nessa versão nacional remete a isso. A versão brasileira é inclusive muito mais bonita que a versão original do jogo.

Esse jogo sim tem um layout de cair o queixo!

terça-feira, 22 de agosto de 2017

#RPGaDay 2017: Quais RPGs São os Mais Fáceis Para Você Conduzir?

O RPG mais fácil para eu jogar é de longe o D&D até sua edição 3.5. E não é difícil de entender, já que é um dos primeiros RPGs que aprendi a jogar, e certamente o que eu mais joguei. A boa retrocompatibilidade  ao longo das edições (é bom explicar: apesar de não existir retrocompatibilidade real a partir do D&D 3.0 a base do sistema continua parecida o suficiente para a adaptação ser feita com quase nenhum esforço) também ajuda que seja fácil para eu jogar D&D mesmo em suas diversas encarnações.

Até hoje sou capaz de mestrar esse aqui vendado e com um pé nas costas!

Isso também faz com que a maior parte dos retroclones seja bastante natural para mim. E dentre estes, o Old Dragon é o que eu mais tenho facilidade, tanto por ser em português, quanto por já ter produzido bastante material para ele.
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