sábado, 27 de agosto de 2016

Financiamento Coletivo: D13 e D15 Pela Impact! Miniatures

E está aberta a temporada dos dados estranhos!

Depois do PolyHero - Wizard Set, agora é a vez de um novo financiamento coletivo de dados: desta vez para a confecção de dados de 13 e 15 lados! 


A Impact! Miniatures, mesma empresa que produz os dados oficiais do Dungeon Crawl Classics, abriu um financiamento coletivo para a produção de um D13 e um D15. O financiamento se dá através do Kickstarter, então já sabem: é necessário um cartão internacional.

Além dos dados que são o objetivo principal do financiamento, é possível adquirir todo o restante da linha de dados da Impact! através da campanha. Um objetivo secundário também é, conforme o financiamento atingir valores mais altos, produzir os dados da empresa em novas cores.

Além disso, parece que um investidor está disposto a pagar 50% do valor para a produção de um D17 e um D19, e talvez também dos D26 e D28. Mas para isso ser viável o financiamento tem de atingir ao menos US$ 30.000,00. Curiosamente, essa informação foi enviada para os financiadores das campanhas passadas, mas até o presente momento não foi divulgada dentro da campanha atual.

#RPGaDay 2016: Circunstância ou Local Mais Estranho Em Que Você Já Jogou?

Acho que o lugar mais estranho que eu já joguei RPG foi dentro de um carro, na estrada, com o motorista mestrando.

Eu e meus amigos tínhamos o costume de ir para a praia no fim de ano, na casa de praia do mestre de jogo, e era costumeiro jogarmos nossa campanha de RPG da vez por lá, naqueles dias em que ninguém estava com muita vontade de sair de casa.

Lembro que em uma destas viagens, todos nós tínhamos saído de carro para ir a uma outra praia que não a mesma onde ficamos hospedados, e no retorno pegamos um baita engarrafamento. Para matar o tempo, o mestre (que também era o motorista) decidiu continuar a mestrar a campanha de onde havíamos parado, mesmo sem ter as planilhas nem nada. Foi uma situação um tanto inusitada.

A segunda circunstância mais estranha em que joguei RPG foi em um bar num dia de chuva. Era um dia à noite, eu e 3 amigos estávamos saindo do colégio, e do nada começou uma imensa tempestade. Para fugir da chuva decidimos entrar em um bar que ficava quase na esquina do colégio.

Pedimos algo para beber e comer, mas como a chuva demorava a passar decidimos jogar um AD&D para matar o tempo. Naquela época nós ainda sabíamos a maior parte das regras do jogo de cor, e para aquela aventura one-shot decidimos montar o grupo mais estranho que eu já vi: um kobold wu jen, um homem-lagarto anacoreta, e um minotauro gladiador, que juntos formavam um circo itinerante. Tudo isso com planilhas escritas em guardanapos de boteco.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

#RPGaDay 2016: Que Hobbies Vão Bem Com RPGs?

Eu penso que wargames e miniaturismo casam perfeitamente com RPG. É legal usar miniaturas nos jogos às vezes. Mesmo que na prática eu use muito pouco minhas miniaturas (por razões diversas), eu tenho uma enorme coleção delas.

Também acho legal a atividade de pintura das miniaturas e construção de peças de cenários. É um hobby interessante, agradável, e cujo resultado pode ser utilizado em conjunto com o RPG.

Além de que é muito legal poder ver os monstros e criaturas estranhas de nossos jogos tridimensionalmente através das miniaturas!

Miniaturas sempre são legais.

Fora isso, a maioria dos RPGistas que conheço também são grandes fãs de jogos de videogame, e muitos jogam ou já jogaram card games colecionáveis. E sempre tem os card games não colecionáveis (Munchkin disparado é o mais popular entre os jogadores de RPG que conheço) e jogos de tabuleiro (ou boardgames, como é moda chamar hoje em dia). Inclusive, da galera do meu tempo, muitos começaram a se interessar por RPG através do HeroQuest, que na verdade trata-se de um jogo de tabuleiro.

O saudoso HeroQuest da Estrela!

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

#RPGaDay 2016: O Que Faz Um Bom Personagem?

Personalidade. Aquela coisinha que faz um alguém se diferenciar de outro alguém, mesmo que por suas características mensuráveis ambos só possam ser descritos do mesmo modo. É a personalidade que faz com que um personagem completamente comum (digamos, um guerreiro humano totalmente básico de D&D) possa ser um personagem memorável, e ao mesmo tempo diferente de outro personagem com a mesma montagem estatística.

Uma personalidade distinta pode ser obtida para um personagem de muitas formas diferentes: um maneirismo, um jeito de falar específico que o jogador usa para o personagem, gostos pessoais, crenças e superstições que ele possui, e até mesmo um modus operandi completo.

Até mesmo coisas mais ligadas diretamente com a mecânica do jogo podem ser utilizadas para dar uma personalidade interessante ao personagem: uma arma ou equipamento predileto ou característico, ou alguma habilidade que o diferencie dos demais e da qual ele se orgulhe (ou se envergonhe, quem sabe!). Alguns jogos até mesmo trazem mecânicas que ajudam a criar uma personalidade para o personagem, como regras de vantagens e desvantagens, alinhamentos, honra, moralidade, etc. Mas o sistema no fim não importa, porque não é a existência de regras para isso no sistema que faz a diferença, mas sim o que o jogador faz com isso. Como o jogador usa o que tem em mãos é que define uma personalidade para o personagem. E é por isso que um personagem pode ser diferente e interessante mesmo em sistemas onde as regras diferenciam muito pouco dois personagens de um mesmo tipo.

O que acaba por ser mais importante para um personagem ter uma personalidade interessante é um bom jogador. E por “bom jogador” não estou falando em um jogador que domina as regras, apenas um jogador que está interessado em fazer do seu personagem um alguém interessante, um alguém com personalidade – provavelmente distinta da sua própria.

O que faz um bom personagem, de certo modo, é um bom jogador.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

#RPGaDay 2016: Com Qual Jogo É Mais Provável Que Você Presenteie Alguém?

Se eu for presentear alguém com um RPG, certamente será com um Old Dragon.

Existe uma grande chance desse presente ser para alguém que está começando no hobby, e se for esse o caso isso faz o Old Dragon ser uma escolha muito acertado: o jogo é em português, é barato (não só para eu que estarei presenteando, mas também para o presenteado, que poderá adquirir os suplementos mais facilmente), é fácil de aprender, é divertido, existem dezenas de aventuras e suplementos gratuitos disponíveis na internet, e possui uma comunidade de jogadores bastante ativa e disposta a ajudar. Além disso, o Old Dragon endossa o estilo de jogo que eu acho mais divertido: os retrojogos old school.

Caso o presente não seja para um iniciante, é bem possível que eu também presenteie com o Old Dragon, ou algum suplemento, ou mesmo seu irmão espacial, o Space Dragon. A menos, claro, que eu saiba que a pessoa em questão deseja muito um outro jogo. Afinal, presentes sempre devem agradar os presenteados!

terça-feira, 23 de agosto de 2016

#RPGaDay 2016: Compartilhe Uma de Suas Melhores Histórias de Má Sorte

Jogando a aventura básica da caixa do D&D da GROW (a famosa Dungeon de Zanzer), mas adaptada para as regras do AD&D 2ªed, aconteceu uma das cenas mais bizarras que eu já vi. O grupo era composto por um mago humano necromante, um elfo paladino (house rules comia solta na mesa), um ladrão humano, um clérigo humano de Tyr (o cara que peitou um lobisomem na mão), e um guerreiro humano (um NPC).

Em uma sala o grupo topa com 3 gnolls, e começa o combate. Enquanto parte do grupo dá conta de 2 dos monstros, o terceiro fica se digladiando com o guerreiro humano, sem nenhum efeito. Nem o NPC, nem o gnoll conseguiam acertar nenhum ataque. Nisso, o clérigo se junta ao combate, atacando o monstro pelo flanco e... erra o ataque.

O mago, que estava atrás de todo mundo, decide usar uma lança para tentar atacar em segunda linha, por trás do guerreiro humano, e atingir o gnoll. Rola o dado de 20 faces e.... 1 natural! Resultado: o mago se desequilibra, cai por cima do guerreiro, que rola um teste de destreza e.... falha crítica! Este, por sua vez, cai por cima do gnoll, que também rola um teste de destreza e também falha, indo pro chão junto dos outros dois.

Aproveitando o inimigo no chão, o ladrão pega sua espada e tenta apunhalar o gnoll no chão... mas erra! O paladino, vendo uma luta tão injusta para o gnoll, nada faz - decide que não ajudará o monstro, mas dará a ele uma chance mais justa.

O guerreiro começa a engatinhar por cima do monstro, tentando impedir que este use sua arma. O mago, faz o mesmo, engatinhando por cima do gnoll e do guerreiro caídos. O ladrão e o clérigo continuam tentando apunhalar o gnoll com suas espadas, errando e errando, mesmo com todos os bônus para atacar o inimigo no chão que mal consegue se mover.

O grupo ficou nessa situação cômica por umas 4 ou 5 rodadas mais, sem ninguém conseguir obter sucesso em nenhuma rolagem - nem os jogadores, nem o monstro! Só depois de muito rirmos da situação é que finalmente um dos personagens acertou um golpe de espada e matou o monstro para que a aventura pudesse prosseguir.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

O Ídolo da Semana

O ídolo da semana:

O ídolo de Trampier, sem tirar nem pôr.

A ilustração acima foi feita por um artista chamado asuorez.
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