domingo, 26 de agosto de 2018

#RPGaDay 2018: Sua Ambição Relacionada aos Jogos Para o Ano Que Vem?

Eu espero iniciar uma nova campanha no ano que vem. De qual jogo? Eu não faço ideia!

Mas o importante é que eu consiga encerrar satisfatoriamente a campanha de Legends of the 5 Rings que estou conduzindo atualmente, para que possamos passar para um novo jogo e iniciar novas aventuras em terras diferentes.

sábado, 25 de agosto de 2018

#RPGaDay 2018: Nomeie Um Jogo Que Teve Impacto Sobre Você no Último Ano.

Eu tenho lido muitas coisas do DCC RPG, assim como de Lamentations of the Flame Princess, e talvez eu possa dizer que eles venham tendo alguma influencia sobre meus jogos.

Alguns conceitos comuns a ambos, como a influencia do bizarro (weird) nas aventuras, um certo nível de caos e aleatoriedade, e alguma despreocupação com o balanceamento dentro do jogo, tem cada vez me agradado mais, e eu tento de algum modo puxar um pouco disso também para os outros jogos.

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

#RPGaDay 2018: Qual RPG Você Acredita Merecer Receber Mais Reconhecimento?

Um jogo que eu acho que ainda não tem o reconhecimento que merece é o Space Dragon. Tudo bem que a nova caixa básica do jogo está prevista para Dezembro deste ano, e com seu lançamento as coisas podem mudar um pouco em relação ao reconhecimento do jogo, mas penso que no atual momento o Dragão Espacial ainda carece do reconhecimento devido.

Me parece que muita gente ainda pensa no jogo apenas como o "Old Dragon no Espaço", o que é bastante injusto. O Space Dragon é sim baseado no sistema do Old Dragon. Os dois jogos são sim amplamente compatíveis. Mas o Space Dragon é um jogo independente, e de muitas formas mais complexo (e talvez até mesmo mais completo) que o Old Dragon.

É um jogo muito bom e, o mais importante, muito divertido de jogar.

É uma pena que ele não possua uma comunidade tão ativa quanto a do seu irmão mais velho, e que por muito tempo a própria editora não tenha lhe dado muito suporte (o que, felizmente, deve mudar em breve), o que faz com que ele possua poucos suplementos e não aproveite completamente suas infinitas possibilidades.

Por sorte o financiamento coletivo que trará até nós a nova caixa básica no final do ano também foi capaz de produzir a Coleção Intrépida Galáxia, um conjunto de 5 novos suplementos para o jogo.

Falando nisso, ainda é possível participar do Late Pledge da caixa básica do Space Dragon. O late pledge funciona como uma pré-venda, onde você compra o produto agora para recebê-lo quando ele for lançado. Se você não conhece o jogo, vale à pena dar uma oportunidade para ele.

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

#RPGaDay 2018: Qual Jogo Você Espera Jogar Novamente?

Um jogo que eu tenho vontade de jogar novamente é Cyberpunk 2020.


É um jogo com uma temática que me agrada mas que joguei apenas umas poucas vezes, por isso mesmo não me lembro de muito sobre o sistema, já que nunca tive oportunidade de me aprofundar muito no jogo.

Atualmente tenho uma cópia do livro, e acho que vou dar uma lida nele para quem sabe conduzir algumas sessões e ver como a coisa se desenrola na mesa.

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

#RPGaDay 2018: Qual Sistema Sem Dados Mais Lhe Atrai?

O sistema de RPG sem dados que mais me chama a atenção é um o qual nunca joguei: Dread.


Dread é um jogo de horror e suspense que utiliza uma torre de Jenga no lugar de dados. Conforme os personagens tentam realizar atos difíceis de serem completados, coisas além de suas capacidades normais, o jogador deve retirar um peça da torre para ser bem sucedido, ou optar por não retirar e falhar.

Caso a torre seja derrubada, o personagem daquele jogador está fora do jogo permanentemente. Se a torre caiu sem querer, o mestre define o fim trágico do personagem. Se o jogador derrubar a torre propositalmente, ele tem direito a escolher o destino final de seu personagem de uma forma mais dramática ou heroica.

Considerando quão mais difícil e delicado vai se tornando o trabalho de retirar as peças de uma torre de Jenga durante o andamento do jogo, penso que essa mecânica é ótima para construir a tensão sobre uma ação e no jogo como um todo. Um dia ainda tenho de testar essa mecânica, nem que seja importando parcialmente para um outro jogo.

terça-feira, 21 de agosto de 2018

#RPGaDay 2018: Qual Mecânica de Dados Mais Lhe Atrai?

Eu gosto de mecânicas que colaborem na imprevisibilidade das coisas. Regras de resultado crítico em geral caem nessa categoria, tanto falhas como acertos críticos.Críticos são legais, seja com resultados fixos após sua obtenção, ou ainda com tabelas que determinam seus resultados de forma aleatória.

Mecânicas de "explodir" ou "abrir" o dado (isso é, quando a partir de um determinado resultado nos dados, rola-se novamente e soma-se o novo resultado ao valor original) também são muito legais. As armas de fogo no AD&D, em alguns de seus suplementos, usavam essa regra para suas rolagens de dano. Sempre adotávamos essa regra quando jogávamos em algum cenário que permitia armas de fogo, o que tornava qualquer arma de fogo potencialmente mortal.

Lembro também que no Rolemaster as rolagens podiam abrir não apenas para cima (isso é, somando ao resultado original), mas também para baixo (subtraindo do resultado original)! Isso significava que às vezes você podia realizar um feito impressionante e fantasticamente além de suas habilidades normais, mas também era possível falhar magistralmente de forma inimaginável!

E claro, não podemos esquecer da regra do D30! Esta, além de permitir um tipo de mudança drástica no resultado normal de uma rolagem, ainda se aproveita de outra coisa que gosto em mecânicas de dados: o uso de dados diferentes do padrão!

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

#RPGaDay 2018: Qual Mecânica de Jogo Mais Inspira o Seu Jogo?

Eu poderia falar de alguma mecânica específica e esotérica de algum jogo obscuro, mas a pergunta é a mecânica de jogo que mais inspira meu jogo.

Sendo assim, não adianta citar uma mecânica que é interessante, mas não tem um impacto assim tão grande em meu jogo. Ao invés, a mecânica que eu citarei é, de fato, um dos pilares do RPG (ao menos na minha opinião): as ações dos personagens dos jogadores pertencem única e exclusivamente aos jogadores.

Sim, a liberdade total dos jogadores ao decidir os ato de seus personagens, sem intervenção do mestre, é a mecânica que mais me inspira.

Eu costumo seguir essa máxima à risca, evitando interferir nas escolhas dos jogadores ao máximo, dando-lhes escolhas reais, e permitindo até mesmo que eles realizem ações que aparentemente "estraguem" tudo o que foi planejado para a aventura.

Assim, as aventuras seguem por caminhos mais interessantes e inesperados, e também confere maior importância às escolhas dos jogadores, além de surpreender a todos na mesa - jogadores e mestre.
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